Curitiba

Guia Local: 7 dicas exclusivas e alternativas do que fazer em Curitiba

O curitibano Marcel Bely separou as suas atrações favoritas na cidade e nos conta neste guia bem diferente da capital paranaense

Normalmente procurada por viajantes de negócios e de ocasião, Curitiba é ainda pouco explorada pelo turismo de massa. Como resultado disso, a capital paranaense ainda guarda segredos que revelam traços da cultura local – do cenário musical à gastronomia de botequim.

Por isso, nós da trivago Magazine convidamos o Marcel Bely, curitibano e um dos criadores do Prefs, para listar as 7 dicas bem locais que ele recomenda a um visitante de Curitiba – seja ele turista ou viajante passageiro.

O guia local

Marcel Bely é publicitário, atleticano e uma das referências do mercado digital no Brasil. Junto com três outros curitibanos, lançou em 2013 o Prefs, uma forma bem-humorada da Prefeitura de Curitiba se comunicar com moradores da cidade nas redes sociais. Ah, adora capivaras e sempre quis ser uma.
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1. Os melhores lanches da cidade

Começo com a dica de ouro: a melhor coxinha e o melhor kibe do mundo estão aqui! Depois que você experimenta a coxinha da confeitaria Dois Corações, você percebe que tudo que experimentou antes não era coxinha. E é impossível sair insatisfeito do Kibe da Boca. As esfihas e kibes são a melhor opção para um lanche rápido e com preço justo.

Crédito: Antônio More.

Diversas filiais no Centro

Ambos os estabelecimentos possuem mais de uma loja na região – não tem desculpa para ir embora sem conhecê-los.

2. O paraíso da cultura pop

Também sempre aproveito para dar uma olhada na Túnel do Rock, uma grande loja com artigos de rock e cultura pop. Na última visita, saí com uma camisa do Soundgarden e uma caveira de decoração para minha sala. Ótima dica para quem curte artigos diferentes – e até inusitados.

Figuras folclóricas de Curitiba

A loja fica bem no famoso calçadão da rua XV de Novembro – fique de olho nos artistas de rua que se apresentam ali.

3. A costela assada das 3 da manhã

Você só terá visitado Curitiba de verdade se foi conhecer o “Gato Preto” (atualmente chama-se Restaurante Pantera Negra). O local, também no Centro, reúne pessoas de todos os estilos e serve a melhor costela assada que você irá comer na sua vida.

A costela é tão boa que é normal ir até o restaurante às 3h para comer esse prato leve. No local existe sempre uma dupla cantando modas e músicas clássicas, como “Boate Azul”, em um teclado e existe até uma lenda que o Julio Iglesias, quando visitava a cidade para um show, passou por lá para cantar.

Muita dança à noite

Como o título de “restaurante dançante” já mostra, ao escurecer o local vira uma pista de dança – ótimo para conhecer gente.

4. O berço do Rock curitibano

Além do famoso parque homônimo, o bairro do Jardim Botânico é também casa do The Patch Art & Bar. Um lugar agradável, com preço justo e violões para quem quiser aproveitar. Algumas bandas já foram formadas ali dentro e brincamos que é como se fosse o CBGB de Curitiba (para quem não sabe, este foi um famoso bar de música ao vivo nas décadas de 70 e 80, em Nova Iorque).

É impossível sair de lá sem virar amigo do Ivo e Alfredo, irmãos que tocam o negócio.

Combo kart + música

A 15 minutos a pé do bar tem uma pista de kart indoor, dentro do supermercado Extra – é pilotar e depois partir pra música!

5. A caneca de chope mais desejada da cidade

Sempre que vou ao Largo da Ordem, fico em dúvida do que fazer primeiro. O local tem inúmeras opções incríveis. Sempre que estou acompanhando amigos que estão visitando a cidade, paramos no tradicionalíssimo Bar do Alemão para que todos sejam apresentados para o Submarino e roubem honestamente uma caneca! Existem pessoas que possuem uma coleção admirável de canecas de submarino e eu respeito todas elas.

Crédito: Priscilla Fiedler.

Quanto custa uma canequinha?

O roubo é “honesto” – as canequinhas estão inclusas no valor do drink Submarino, uma dose de Steinhäger em uma canecona de chope (R$ 18,30, preço de 2017).

6. A melhor escapada verde da cidade

Sempre que estou no Centro Cívico, aproveito para dar uma bela volta no Bosque do Papa, andando pelas trilhas tranquilamente até chegar próximo a entrada do Museu Oscar Niemeyer, conhecido em Curitiba como “Olho”. Passo horas no “parcão” dos fundos do museu, uma área verde onde muitas pessoas levam seus cachorros para brincar.

Crédito: Renato Soares, do MTUR.

Entrada franca às quartas-feiras

Das 10h às 18h, sendo que a primeira quarta do mês tem horário estendido até as 20h.

7. A melhor balada de Rock da cidade

Quando quero dar uma esticada na madrugada, desço até a Rua Carlos de Carvalho para pegar uma noite no James Bar, uma das melhores casas noturnas temáticas com noites de rock. Vale muito a pena ir e conferir.

Centro da boemia

Caso o James Bar não seja a sua onda, o bairro do Batel, onde está localizado, é um cardápio cheio para a vida noturna.

A foto de capa é do Vinicius Wiesehofer, pelo Unsplash.